Bandeira da República Portuguesa

Bandeira da República Portuguesa
Bandeira da República Portuguesa desde 30 de Junho de 1911 ( menos de um ano após a revolução republicana de 5 de Outubro de 1910 )

2012/10/15

Mário Castrim

Mário Castrim
31 de Julho de 1920 -  15 de outubro de 2002
 

    Foi casado com a conhecida escritora Alice Vieira , que , ao celebrar 10 anos da sua morte, publicou no facebook alguns dos seus poemas inéditos.

No retrato velho hoje cinzento
estava toda a família reunida.
--Este aqui és tu.
Este tu era eu-- três anos, caracóis, calções
colete, botas.

Este sou eu.
É preciso guardar as provas. Os documentos.
Se um dia me fecharem as cancelas e
não me deixarem passar, aponto logo:
--Este sou eu.

--Passe -- dirá o guarda que deve haver
na eternidade -- e boa viagem, sim?

--Claro --dirá o menino
que entretanto busca em mim 
as sete diferenças 
como costuma fazer no desenho
do suplemento do jornal.

 
Mário Castrim - poema inédito
 

 Literatura Infantil

 
Sinopse
«Chamava-se Arabé e o seu dono dizia que era um animal perigoso. Por isso, para o distinguir dos outros cavalos, lhe atou ao pescoço um lenço amarelo... Mas a realidade é bem diferente. Arabé apenas luta pelo seu direito à vida, o seu direito a não ser apenas uma coisa nas mãos de certa gente. Arabénão foge dos homens. Pelo contrário, quer partilhar com eles a aventura do trabalho e da felicidade. Este livro é um relato dessa aventura.»
                                      
Testemunho de Alice Vieira, em 15 de Outubro de 2012, no    facebook:

"Hoje tenho mesmo de agradecer, e muito, aos alunos do Colégio Boa Nova, no Estoril. Eu vinha a um canto da carruagem do metro, sem nenhuma vontade de rir, porque hoje é um dia complicado para mim, quando ,de repente, numa estação as portas se abrem e a carruagem é completamente tomada de assalto por um bando de catraios de uniforme escolar, e duas ou três corajosas professoras que os guiavam. Olham para mim. Reconhecem-me. O que se pasou depois deixo à vossa imaginação criadora... Palmas, vivas, "a sério que és mesmo a Alice Vieira?", fotografias para a posteridade, e eu só ria que parecia tão maluca como eles... Iam visitar o "DN" ("trabalhei lá 17 anos", digo eu; "17 anos??? Nem sei o que isso é...", responde um deles). Sairam no Marquês. Ainda me ria quando saí em S.Sebastião. "

Bio-bliografia de Ana Saldanha


1. Quando e onde nasceu ?
 
A escritora Ana Saldanha nasceu na cidade do Porto em 1959 e vive actualmente na Irlanda.
 
2. Onde estudou ( qual a sua formação académica ) ?
 
Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante Estudos Portugueses e Ingleses, em 1981, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em 1992 fez o Mestrado em Literatura Inglesa , em Birmingham e em 1999 doutorou-se em Literatura Infantil e Teoria da Tradução pela Universidade de Glasgow. Ensinou Inglês a portugueses do Porto e Português a ingleses de Birmingham e Glasgow.
 
3. Livros publicados e prémios recebidos
 
1994 - Romance Juvenil " Três semanas com a avó" - Menção honrosa,Prémio Adolfo Simões Muller;
1995 - Romance " Círculo Imperfeito" - prémio Cidfade de Almada;
1996 - Romance juvenil  "Uma questão de cor " - Finalista do Prémio UNESCO da Literatura Infanto- Juvenil em prol da tolerância ( 1997) ; romance seleccionado para as Olimpíadas da leitura em 1996.
 
 Ana Saldanha publicou mais de 3 dezenas de obras e é considerada uma das melhores escritoras Portuguesas para jovens. A maioria dos seus livros foram publicados pela Editorial Caminho.

Gosto disto !

Em Setembro a minha vida mudou. Vim morar para Lisboa, por isso mudei de casa, de escola e ganhei novos amigos. A casa nova é muito bonita e tem jardim e cave. Eu ganhei uma cama nova e os meus irmãos ficaram com o meu antigo beliche.
A escola nova também é pública, mas é mais pequena que a de Setúbal. Chama-se Escola Básica Integrada de S. Bruno.
Aqui há muitos amigos que gostam de mim, como eu gosto deles. Em Caxias é mais divertido do que em Setúbal. Em Setúbal havia muito barulho, alguns meninos comiam de boca aberta e eram mal educados. Aqui não!
A minha turma é simpática e são todos meus amigos como eu sou deles. Seremos amigos para sempre !
Eu quero que tudo corra bem para passar de ano. Eu vou tentar trabalhar mais para passar para o sétimo ano como todos os meus colegas, que também vão passar. Vou fazer o meu melhor!
 
De Setúbal até Caxias...

D. Pedro IV

D. Pedro IV nasceu no Palácio de Queluz a 12 de Outubro de 1798 , tendo falecido no mesmo palácio, a 24 de Setembro de 1834. Foi sepultado no Panteão de S. Vicente de Fora, sendo transladado para o Brasil em 1972.
 
 
(...) Tendo abdicado duas coroas, o ex-imperador do Brasil e ex-rei de Portugal, reduzido ao título de duque de Bragança, abandona o Brasil e dirige-se para a Europa com a filha D. Maria II, rainha de nome, por cujo trono se batiam os liberais portugueses espalhados pela Europa, ou reunidos na ilha Terceira. O duque de Bragança decide empenhar-se pessoalmente na solução do pleito e a 3 de Março de 1832 assume a regência e nomeia um ministério do qual faz parte Mouzinho da Silveira. Data de então a fase decisiva da luta entre liberais e absolutistas, caracterizada, fundamentalmente, pela revolucionária legislação de Mouzinho e pelo entusiasmo e abnegação de D. Pedro, na preparação da expedição militar que, dos Açores, chegará às costas portuguesas (no Norte, próximo de Mindelo), para sentar no trono a jovem soberana e impor a Carta. E nos longos meses do cerco do Porto que o regente, não obstante os defeitos de carácter e de educação, dá a plena medida da pertinácia e dedicação pela causa que encabeçava. A convenção de Évora Monte põe fim a esta cruel guerra civil, e exila o rei absoluto. Pouco mais viveria D. Pedro: só o tempo suficiente para ver as Cortes reunidas de acordo com a carta, tendo falecido 4 dias após o começo do reinado de D. Maria II; apenas com 36 anos. Apaixonado, incoerente e corajoso, o nome e a actuação de D. Pedro são indissociáveis da experiência liberal portuguesa, que assinala o início do Portugal contemporâneo: mal ou bem, melhor ou pior, o possível Portugal contemporâneo e europeu principiou aí.

Clica na imagem da Carta Constitucional Portuguesa de 1826, para conheceres melhor as características deste novo e importante texto.
Quaisquer dúvidas, poderão ser colocadas quer à tua professora de Português, quer à tua professora de História.

Alfredo Keil - 1850 / 1907

                  Um homem entre séculos
                           ALFREDO KEIL
 
Clica na imagem para saberes quem foi Alfredo Keil, conhecido  para a maioria dos portugueses apenas por ter sido o autor da música do Hino Nacional. Mas este português de origem alemã foi, além de compositor, também escritor, poeta, fotógrafo, pintor e coleccionador de obras de arte.
 

2012/10/10

5 de outubro de 1910 - WORDLE ; Bandeira Portuguesa antes e depois de 1910 - PPT

Wordle: 5 de Outubro

Clica na imagem acima para a aumentar e tornar legível !

 
Clica na imagem para veres o powerpoint (ppt) elaborado pela tua colega, Ana Mendes, nº1 do 6A .

Columbano Bordalo Pinheiro

 


Auto-retrato de Columbano Bordalo Pinheiro.
 
 

 
Columbano Bordalo Pinheiro (Lisboa, 21 de Novembro de 1857Lisboa, 6 de Novembro de 1929) foi um pintor naturalista e realista português.

 

Biografia

Columbano era o quarto filho do escultor e também pintor Manuel Maria Bordalo Pinheiro e de sua esposa Augusta Maria de Carvalho Prostes. Entre seus irmãos estava o caricaturista Rafael Bordalo Pinheiro.[1] Iniciou a sua formação na Academia de Belas-Artes de Lisboa, onde foi aluno de Simões de Almeida, um afamado escultor do romantismo português.
Anos após completar a sua formação, rumou a Paris, beneficiado por uma bolsa de estudos custeada pelo rei consorte D. Fernando II de Portugal, já viúvo da rainha D. Maria II de Portugal. Ali ele recebeu a influência de pintores como Manet e Edgar Degas, sendo esta notável na sua obra.
Na "cidade-luz", Columbano representou-se, em 1882, numa grande exposição, no famoso "Salon de Paris". Nesta apresentou ao público, maioritariamente burguês, o quadro Soirée chez Lui, surpreendentemente aclamado pela difícil crítica de artes parisiense.
De regresso a Portugal, juntou-se ao "Grupo do Leão", o qual tencionava renovar a estética das composições na arte do país. Deste período ficaram celebres os retratos de Ramalho Ortigão, Teófilo Braga, Eça de Queirós e Antero de Quental, por ele pintados. Para além disto, deu nova ênfase aos palácios lisboetas, ao pintar os painéis que se encontram na sala de recepções do Palácio de São Bento, os Painéis dos Passos Perdidos.
Tornou-se, em 1901, professor de pintura histórica na Academia de Belas-Artes de Lisboa, onde se formara na sua juventude. Em 1914, Bordalo Pinheiro foi nomeado pelo novo regime republicano, então recentemente instaurado, para o cargo de director do Museu Nacional de Arte Contemporânea (1911), sucedendo a Carlos Reis.

[1]

Rafael Bordalo Pinheiro

( Lisboa, 21 de Março de 184623 de Janeiro de 1905) foi um artista português, de obra vasta dispersa por largas dezenas de livros e publicações, precursor do cartaz artístico em Portugal, desenhador, aguarelista, ilustrador, decorador, caricaturista político e social, jornalista, ceramista e professor. O seu nome está intimamente ligado à caricatura portuguesa, à qual deu um grande impulso, imprimindo-lhe um estilo próprio que a levou a uma visibilidade nunca antes atingida. É o autor da representação popular do Zé Povinho, que se veio a tornar num símbolo do povo português.

Zé Povinho - Caricatura de Rafael Bordalo Pinheiro



Zé Povinho fez 135 anos a 24 de junho de 2010


 

 

D. Afonso Henriques e os cinco reis mouros...

 
 
Batalha de Ourique
 
 
Lenda do Milagre de Ourique
A Batalha de Ourique é um episódio simbólico para a monarquia portuguesa, pois conta-se que foi nela que D. Afonso Henriques foi pela primeira vez aclamado rei de Portugal, em 25 de Julho de 1139. Foi no campo de Ourique que se defrontaram o exército cristão e os cinco reis mouros de Sevilha, Badajoz, Elvas, Évora e Beja e os seus guerreiros, que ocupavam o sul da península. A lenda conta que um pouco antes da batalha, D. Afonso Henriques foi visitado por um velho homem que o rei já tinha visto em sonhos e que lhe fez uma revelação profética de vitória. Contou-lhe ainda que "sem dúvida Ele pôs sobre vós e sobre a vossa geração os olhos da Sua Misericórdia, até à décima sexta descendência, na qual se diminuirá a sucessão. Mas nela, assim diminuída, Ele tornará a pôr os olhos e verá." O rei deveria ainda, na noite seguinte, sair do acampamento sozinho logo que ouvisse a sineta da ermida onde o velho vivia, o que aconteceu. O rei foi surpreendido por um raio de luz que progressivamente iluminou tudo em seu redor, deixando-o distinguir aos poucos o Sinal da Cruz e Jesus Cristo crucificado. O rei emocionado ajoelhou-se e ouviu a voz do Senhor que lhe prometeu a vitória naquela e em outras batalhas: por intermédio do rei e dos seus descendentes, Deus fundaria o Seu império através do qual o Seu Nome seria levado às nações mais estranhas e que teria para o povo português grandes desígnios e tarefas. D. Afonso Henriques voltou confiante para o acampamento e, no dia seguinte, perante a coragem dos portugueses os mouros fugiram, sendo perseguidos e completamente dizimados. Conforme reza a lenda, D. Afonso Henriques decidiu que a bandeira portuguesa passaria a ter cinco escudos ou quinas em cruz representando os cinco reis vencidos e as cinco chagas de cristo, carregadas com os trinta dinheiros de Judas.
A Morte do Lidador Num dia longínquo de 1170, Gonçalo Mendes da Maia, nomeado Lidador pelas muitas batalhas travadas e ganhas contra os Mouros, decidiu celebrar os seus 95 anos com um ataque ao famoso mouro Almoleimar. Da cidade de Beja saiu o Lidador naquela manhã com trinta cavaleiros fidalgos e trezentos homens de armas, sabendo de antemão que o exército de Almoleimar era muitas vezes superior. Perto do meio-dia, pararam os cavaleiros para descansar perto de um bosque onde emboscados aguardavam os mouros. A primeira seta feriu de morte um guerreiro português, o que fez com que o exército cristão se pusesse em guarda. Frente a frente se mediam a destreza e perícia árabes, invocando Allah, e a rudeza e força cristãs, clamando por Santiago. A batalha começou e ambos os exércitos se debateram com coragem, até que num dado momento Gonçalo Mendes e Almoleimar cruzaram espadas em cima dos seus cavalos. Um dos vários golpes desferidos atingiu Gonçalo Mendes que, mesmo ferido, atacou com raiva Almoleimar, que ripostou. O resultado foram dois golpes fatais, um dos quais matou o mouro e outro que deixou Gonçalo Mendes Maia ferido de morte. O Lidador, moribundo, perseguiu com os seus homens os mouros que debandavam em fuga até que o esforço de um último golpe sobre um cavaleiro árabe lhe agravou os ferimentos. O Lidador caiu morto na terra juncada de mais de mil corpos inimigos. Os cerca de sessenta cristãos sobreviventes celebraram com lágrimas esta última vitória do Lidador. Um sacerdote templário disse em voz baixa as palavras do Livro da Sabedoria: "As almas dos justos estão
na mão de Deus

Bandeira Portuguesa - significado dos símbolos e cores

 
 
 
As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique.
Os cinco pontos brancos dentro das quinas representam as 5 chagas de Cristo. Diz-se que na batalha de Ourique, Jesus Cristo crucificado apareceu a D. Afonso Henriques, e disse: "Com este sinal, vencerás!". Contando as chagas e duplicando por dois as chagas da quina do meio, perfaz-se a soma de 30, representando os 30 dinheiros que Judas recebeu por ter traído Cristo. Diz-se também que os  cinco pontos brancos representados nos cinco escudos no centro da bandeira fazem referência a uma lenda relacionada com o primeiro Rei de Portugal.
Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros .
 
A esfera armilar simboliza o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio. Representa o Império Colonial Português e as descobertas feitas por Portugal.
 
O escudo das armas portuguesas, sobreposto a uma esfera armilar veio substituir a coroa da velha bandeira monárquica .
O verde simboliza a esperança.
O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos Portugueses mortos em combate.
Os autores do actual desenho do símbolo pátrio por excelência são Columbano Bordalo Pinheiro, João Chagas e Abel Botelho. Para a escolha da nova bandeira o Governo não esperou pela opinião da assembleia constituinte nem procedeu à realização de um plebiscito, como foi reclamado pelos opositores das novas cores da bandeira. Anunciada oficialmente em 30 de Junho de 1911, era baseada na bandeira que Machado Santos, o "herói" da Rotunda usou, bem como a hasteada pelo navio rebelde Adamastor, durante a Revolução Republicana. O governo ordenou desde logo à Cordoaria Nacional que fossem confeccionadas em larga escala, para que fossem hasteadas por todo o país nas repartições oficiais no 1.º de Dezembro seguinte, feriado que se tornou na altura o Dia da Bandeira.

2012/10/09

Um país ...uma história contada ao contrário...

Comemorações do dia 5 de Outubro de 1910
 
em 5 de Outubro de 2012 .............
Se não lhe pudessemos atribuir um significado metafórico e uma enorme carga de irresponsabilidade, seria no mínimo motivo para risada !
A bandeira sobe ao contrário...o Presidente continua sorrindo!
Que imagem passamos deste país ?
 
  E temos mais....


Presidentes da 1ª República


Presidentes Da 1ª Republica[1] por eb23cv - Março 14, 2010

Hino de Portugal Monárquico





Foi o hino nacional de Portugal entre maio de 1834 e outubro de 1910.
O Hino da Carta foi escrito pelo Rei D. Pedro IV, em homenagem à Carta Constitucional que, o próprio, outorgou aos Portugueses em 1826.
Depois da implantação da república, em 5 de outubro de 1910, o Hino da Carta foi substituído pel'A Portuguesa, como hino nacional português.

Hymno da Carta – Hino Monárquico (1834-1911)
1.
Ó Pátria, Ó Rei, Ó Povo,
Ama a tua Religião
Observa e guarda sempre
Divinal Constituição

(Coro)
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição

2.
Ó com quanto desafogo
Na comum agitação
Dá vigor às almas todas
Divinal Constituição

(Coro)
3.
Venturosos nós seremos
Em perfeita união
Tendo sempre em vista todos
Divinal Constituição

(Coro)
4.
A verdade não se ofusca
O Rei não se engana, não,
Proclamemos Portugueses
Divinal Constituição

(Coro)

A Revolução Republicana de 1910

Ola !
Se quiseres perceber o que foi a Revolução Republicana de 1910, clica na imagem seguinte.


É bom informarmo-nos sobre o nosso passado...a nossa história...
Um povo que desconhece o seu passado, não tem futuro!
Saber não ocupa lugar !

Bandeiras de Portugal ( antes e depois da Revolução Republicana - 5 Outubro 1910)



18 de Outubro de 1830 / 30 Junho 1911
 ( após Independência do Brasil - 1822-25)

30 de Junho 1911  / 2012 ( após Revolução Republicana )
Como podes verificar o centenário da República Portuguesa foi comemorado em 2011.
Clica na bandeira da República para conheceres a história e evolução da Bandeira Portuguesa.

2012/10/02

Recursos de linguagem


Nota: Para além dos recursos explicitados na tabela, há ainda outro que tu conheces. A adjectivação ( uso abundante de adjectivos)

Após a leitura atenta de toda a informação fornecida, faz o seguinte exercício para verificação da compreensão deste conteúdo.
Identifica em cada frase o recurso utilizado.

1. A poesia veste o seu bibe de magia . ____________________________
2. A cidade da Guarda é fria, forte e farta. __________________________
3. Aquela menina é como um anjo. ________________________________
4. A poesia é liberdade. _________________________________________
5. Os versos gostam de brincar uns com os outros. ____________________
6. Os professores,os poetas, os médicos e os alunos foram ao mesmo 
    congresso. _________________________
7. Cães e cavalos correm por entre as covas dos campos do lavrador.
    _______________________
8. As ruas de Lisboa são estreitas, limpas e soalheiras. _________________
9. Ao cair da noite, a cidade adormece. ______________________________
10. Os meus filhos são o meu tesouro. _______________________________
11. Minha casa é como um ninho. __________________________
12. Em menos de três tempos passei o sumário. _______________________
13. Nos meses de águas vivas, os campos inundam. ____________________
14. A minha escola é alegre, espaçosa e moderna. _____________________
15. Arrumei lápis, canetas, borracha e afia no meu estojo. _______________

Uau! Que lindo! - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5


Formação de palavras: Derivação; Composição


Clica na imagem para abrires a página da Escola Virtual.
Faz os exercícios sugeridos com muito cuidado.
Qualquer dúvida, pergunta à tua professora!

A Borbulha - António Mota


Clica na imagem e acederás à página da Escola Virtual.
Ouve o diálogo e responde às perguntas. Se te enganares, apaga e finalmente corrije!
Boa sorte!

2012/10/01

Dia Mundial da Música 2012 - Fernando Lopes Graça




Lopes-Graça, História Trágico-Marítima, II - largada. Texto de Miguel Torga.

Foram então as ânsias e os pinhais
Transformados em frágeis caravelas
Que partiam guiados por sinais
De uma agulha inquieta como elas.

Foram então abraços repetidos
À Pátria-Mãe, Viúva que ficava
Na areia fria aos gritos e gemidos
Pela morte dos filhos que beijava.

Foram então as velas enfunadas
Por um sopro viril de reacção
Às palavras cansadas
Que se ouviram no cais dessa ilusão.

Foram então as horas no convés
Do grande sonho que mandava ser
Cada homem tão firme nos seus pés
Que a nau tremesse sem ninguém tremer.

Miguel Torga (1907 – 1995)

Dia Mundial da Música 2012



Handel - ( compositor Alemão - Haale an der Saale, 23 de Fevereiro de 1685 — Londres, 14 de Abril de 1759)
Amália Rodrigues - Olhos fechados
Jacques Brel - Quand on n'a que l'amor
Fausto - O Barco vai de saída
Jessey Norman - Mary had a baby
Manuel Freire - Pedra filosofal
Isabel Silvestre - Asa branca
Carlos Paredes - A montanha e a planície

António Mota - Bio-bibliografia


Prémios de Poesia

No seguimento da solicitação que fiz aos meus alunos, e após leitura e selecção  pela turma dos 3 melhores poemas sobre as "Férias de Verão", venho aqui publicar os poemas escolhidos, sendo que dois deles obtiveream o 3º lugar ex-aequo (1).

 1º Prémio

No verão são as férias
vou divertir-me todos os dias
brincar até tarde
sem TPCs para fazer
estar com os amigos até anoitecer...
Ir à praia,
acampar,
ou até viajar!
 
Estudar, nem pensar!
Quero é aproveitar..
Ir à piscina,
ou com os amigos estar...
Era divertido se fosse sempre verão
já tinha , por certo, apanhado um escaldão!
 
João Guilherme, nº 7 -6A
 

2º Prémio

 
Não fazer TPCs
e descansar até cansar...
Não ter horas para acordar
e estar sempre a brincar.
 
No Verão há alegria
No Verão há amor
Não há ninguém que vos diga:
Não repitam , por favor!
 
Raquel Antunes , nº17- 6A
 
 

3º Prémio

 
Este Verão fui a Paris.
nem imaginem como fiquei feliz!
Fui ao alto da Torre Eiffel,
mas não com o meu avô Manel...
 
Fui também a castelo Branco
e estava lá tanto calor
que até a água deitava vapor!
 
Este foi o meu Verão,
o Verão da Leonor.
 
Leonor Duartre, nº 12 -6A
 
 

3º Prémio ( ex-aequo )


No início das Férias
estive em Milão e Veneza,
duas cidades bem quentes
mas inundadas de beleza...

Em Julho decidi
ir para Noudar,
e foi aí que passei
momentos para recordar !


Carlota Gamito, nº 3 - 6A



Acabou a trabalheira,
chegou o descanso.
O que antes era canseira
agora é diversão!
 
São três meses
de férias bem legais...
Aproveitemos para relaxar
porque em Setembro há mais !
 
 
José Malheiros, nº 9 - 6A
 
 
Estar de férias é o máximo
porque posso brincar,
 lutar,
e até me sujar...
Ir à praia
e apanhar um escaldão,
ou, quem sabe, um camarão!
 
Estar na escola
é uma "seca"
antes dormir uma soneca !
 
Destas férias
não me vou esquecer...
E agora,
toca a mexer!
 
João Pedro, nº8- 6A

(1) ex-aequo ( locução latina ) = em situação de igualdade 
 
 
Glitter Words
 
 
Glitter Words

Parabéns Carlota

Como deves ter percebido, para publicar o teu trabalho, no nosso blogue, sobre o livro de Alves Redol, "Constantino , guardador de vacas e de sonhos", transformei o teu power-point num ebook.

Acontece, porém que ontem recebi um mensagem de felicitações. O teu trabalho (ebook) foi lido por grande número de pessoas, como poderás comprovar.
Pelo exposto, renovo os meus sinceros votos de parabéns.
 
 

2012/09/19

Ler Mais Ler Melhor Vida e Obra de Alexandre O'Neill


Adriana Calcanhoto - Formiguinha


Joan Manoel Serrat - O saltimbanco



Adaptação do poema por Alexandre O'Neill
Poema (original) e musica de Joan Manuel Serrat

Joan Manuel Serrat - O Ferro Velho



Adaptação do poema por Alexandre O'Neill
Poema (original) e música de Joan Manuel Serrat

Amália Rodrigues - " Gaivota" poema de O' Neill


Portugal - Alexandre O'Neill


Poema " Amigo " de Alexandre O' Neill


Alexandre O'Neill - Lisboa 1924- 1986

 
Alexandre O' Neill
Poeta português, descendente de irlandeses e nascido em Lisboa.
Autodidacta, fez os estudos liceais, frequentou a Escola Náutica (Curso de Pilotagem), trabalhou na Previdência, no ramo dos seguros, nas bibliotecas itinerantes da Fundação Gulbenkian, e foi técnico de publicidade.
Durante algum tempo, publicou uma crónica semanal no Diário de Lisboa.
A poesia de Alexandre O'Neil concilia uma atitude de vanguarda (surrealismo e experiências próximas do concretismo) — que se manifesta no carácter lúdico do seu jogo com as palavras, que evidencia o lado surreal do real.
Os seus textos caracterizam-se por uma intensa sátira a Portugal e aos portugueses, destruindo a imagem de um povo heróico criada pelo neo-realismo, a que contrapõe a vida mesquinha, a dor do quotidiano, vista no entanto sem dramatismos, ironicamente, numa alternância entre a constatação do absurdo da vida e o humor como única forma de se lhe opor.
Temas como a solidão, o amor, o sonho, a passagem do tempo ou a morte, conduzem ao medo (veja-se «O Poema Pouco Original do Medo», com a sua figuração simbólica do rato) e/ou à revolta, de que o homem só poderá libertar-se através do humor, contrabalançado por vezes por um tom discretamente sentimental, revelador de um certo desespero perante o marasmo do país — «meu remorso, meu remorso de todos nós». Este humor é, muitas vezes, manifestado numa linguagem que parodia discursos discursos oficiais ou publicitários, ou que reflecte a própria organização social, pela integração nela operada do calão e / ou da gíria.
A sua obra poética foi ainda recolhida em Poesias Completas, 1951-1983 (1984). Foi ainda editada uma antologia, postumamente, com o título Tomai Lá do O'Neill (1986). Publicou dois livros em prosa narrativa, As Andorinhas não Têm Restaurante (1970) e Uma Coisa em Forma de Assim (1980, volume de crónicas)
Gravou o disco «Alexandre O'Neill Diz Poemas de Sua Autoria».
Em 1966, foi traduzido e publicado na Itália, pela editora Einaudi, um volume da sua poesia, Portogallo Mio Rimorso. Recebeu, em 1982, o Prémio da Associação de Críticos Literários.           

2012/07/24

Alice Vieira congratula-se com o trabalho efectuado pelos alunos do 5A - 2011-12


                                                                              ( ... )

Parabéns! - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5

                                                 ... meus queridos !

2012/07/17

Rodrigo Leao - Mar estranho

Luís Represas - Da próxima vez

Rui Veloso -Porto Côvo

Madredeus- Ao longe o mar



Ao Longe O Mar

Madredeus

Porto calmo de abrigo
De um futuro maior
Inda não está perdido
No presente temor

Não faz muito sentido
Já não esperar o melhor

Vem da névoa saindo
A promessa anterior

Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar

Sim, eu canto a vontade
Canto o teu despertar
E abraçando a saudade
Canto o tempo a passar

Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar

Quando avistei
Ao longe o mar
Sem querer deixei-me
Ali ficar

Voz de Teresa Salgueiro

Dulce Pontes - Canção do mar

Samba de Verão - Caetano Veloso




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